quarta-feira, 30 de outubro de 2013

A consciência da preservação

A consciência da preservação
A consciência de que a preservação do meio ambiente é garantia que assegura a vida  para as futuras gerações vem tomando conta da coletividade progressivamente. Em muitas regiões do mundo, a ideia já é associada aos números de riqueza e crescimento financeiro, uma vez que países que mantém-se preocupados com suas “riquezas naturais”, que somadas caracterizam o que chamamos de biodiversidade, garantem maior segurança -  a longo prazo – na manutenção do clima, no desenvolvimento industrial, na produção de alimentos e medicamentos e matéria prima para as indústrias. Dentre os principais pontos de atenção na preservação do meio ambiente, a água é um dos destaques na luta pela preservação: cada vez mais escassa e poluída, a água doce disponível no mundo é essencial não só para sobrevivência do homem e dos animais, mas também para inúmeros processos industriais. O desmatamento também apresenta números bem preocupantes que ligam-se a exploração não planejada (principalmente em termos pecuaristas e industrias) e afetam a saúde da população, além de reduzir drasticamente o habitat de muitas espécies de arriscam-se à extinção.
Na verdade não é importante só preservar nossas matas e florestas, mas as do mundo inteiro. Acontece que o Brasil é alvo de mais atenção, porque a Amazônia é a maior floresta da Terra, e vem sofrendo perdas consideráveis, além de contar que já destruímos (nós, brasileiros), boa parte ou quase tudo da Mata Atlântica de  outras grandes áreas verdades.
A necessidade de verde no planeta acontece, como disse o colega ali em cima, para evitar ou amenizar o superaquecimento do planeta. O gás carbônico que produzimos com a respiração e, principalmente, com a queima de combustíveis fósseis, como o petróleo, é o principal responsável pelo superaquecimento, pois impede que a radiação solar que recebemos volte ao espaço.
O papel da flora da terra é, através do processo de fotossíntese, reter boa parte desse gás carbônico, liberando Oxigênio.
Daí você já pode entender várias coisas, como a razão de falarem tanto sobre diminuir a utilização do petróleo, trocando pelo biodiesel, do degelo das calotas polares por causa da elevação da temperatura do planeta, do aumento do nível do mar, por causa disso.
Algumas maneiras eficientes para preservar o meio ambiente são:
Realizar a correta separação do lixo orgânico, latas de alumínio, papéis e metais para tornar possível o processo de reciclagem.
Evitar o desperdício de água,  desligando a torneira em atividades diárias como escovar os dentes, lavar  pratos ou se barbear, bem como fechar a válvula do chuveiro enquanto se ensaboa. Ao limpar o carro ou a calçada em frente a sua casa, evite o uso da mangueira e procure utilizar um balde com água, esponja e sabão. Por fim procure reaproveitar a água que sobra da lavagem de roupas para regar  as plantas.
Em casa e no trabalho procure trocar as lâmpadas comuns pelas fluorescentes, que duram até 10 vezes mais gastam dois terços menos de energia. Ainda, as lâmpadas fluorescentes podem ser recicladas após o uso, e andar de bicicleta ou a pé diminui o nível de emissão de gases nocivos à atmosfera.





sábado, 27 de julho de 2013

A fotossíntese da vida

A fotossíntese da vida

Certa vez um homem queria saber qual mistério era responsável por manter as plantas alimentadas.
A curiosidade tinha uma razão:
O homem sabia que todo o seu semelhante precisava delas para sobreviver.
Sabia também que delas dependiam muitos animais na luta sem fim pela vida.
O homem, que seria reconhecido ainda séculos e séculos depois, disse ao seu pequeno e restrito mundo:
“O alimento das plantas vem do solo. É do solo que as plantas tiram seu sustento”.
Não satisfeito com essa teoria, outro homem, tempos e tempos depois, buscou mais explicações para a sobrevivência das plantas.
Por acidente, como tantas descobertas são feitas, ele viu que as plantas também precisavam de oxigênio.
E que o oxigênio dependia das plantas para se renovar e garantir vida aos seres.
A vida é sempre um caminhar por vias de mão dupla.
Um caminho abastece o outro. Tudo se completa. Nada se faz sem uma reação.
O homem depende dessa estrada. O medo da morte o fez aprender a se comunicar.
E ele continuou a perguntar. Queria saber como o oxigênio renova a si mesmo.
E chegou à resposta: “as plantas precisam de luz para renovar o ar”.
Todo esse maravilhoso mistério regula a expectativa de vida no nosso planeta.
É um espetáculo silencioso!
É a garantia da vida!
É o compromisso ileso da natureza.
A vida se pronuncia, numa espécie de nascimento sagrado.
Semente, sol, terra, luz, o verde, o ar.
É por esses fenômenos orgânicos que regulamos a relação entre gás carbônico e oxigênio puro na atmosfera.
É por eles que vemos novos e mais belos amanheceres.
É por eles que comemos, domesticamos nossos animais, e alimentamos a humanidade.
Hoje, como nunca na história do homo sapiens, perguntamos mais sobre tudo, e chegamos a mais respostas.
Chegamos mais perto da ciência perfeita.
Chegamos mais perto de entender a grandeza de Deus.
Hoje, o saber é abundante. Podemos desviar o curso de uma planta.
Podemos dar a ela novas funções e propósitos.
Podemos melhorar o desfrute de nossas atividades.
Aprendemos a reduzir o tempo das coisas.
Produzimos idéias e comida mais rápido do que nossos pais.
Podemos mudar a gênese de tudo.
Mas, há tanto e tanto que aprender...!
Aprender a perdoar, por exemplo. Quantas lições ainda deverão ser vividas!
Quanto falta para aprendermos a ser bons com os homens, com os animais e com a natureza?
Nada do que sabemos garante a continuidade do processo da vida.
É preciso caminhar mais e melhor.
A dinâmica dos nossos dias não nos permite parar.
Ainda podemos ter nosso Jardim do Éden, mas diante de uma condição:
Semear a semente da concórdia, do entendimento, e do senso irrestrito de humanidade.
E que não haja entressafra da bondade! Nem das boas idéias e pensamentos.
E que nunca nos falte, assim como o oxigênio para as plantas, o combustível nosso de cada dia: a esperança.

Juramento

"Juro, pela minha fé e pela minha honra e de acordo com os princípios éticos do Biólogo, exercer as minhas atividades profissionais com honestidade, em defesa da vida, estimulando o desenvolvimento científico, tecnológico e humanístico com justiça e paz".